terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Hipnose


Terapia Alternativa
Hipnose: o poder elástico do cérebro
A plasticidade do cérebro e outras possibilidades por meio da hipnose moderna trazem um novo caminho para o psicólogo e outros profissionais da saúde, com resultados comprovados e eficazes

Por Alexandre Bortoletto




A hipnose é definida como um estado alterado de consciência ampliada, em que o sujeito permanece acordado todo o tempo, experimentando sensações, sentimentos, talvez tendo imagens, regressões, anestesia, analgesias e outros fenômenos enquanto está nesse estado. Assim, poucas palavras têm o poder de despertar reações tão hipnóticas quanto o próprio termo hipnose. A prática moderna da hipnose se estende atualmente por diversas áreas, como a Medicina, a Odontologia e a Psicologia. Podemos afirmar que a sua utilização se encontra presente em toda história da humanidade. Os acontecimentos chamados hipnóticos fazem parte da vida dos seres humanos continuamente. Todos os dias e a cada instante estamos embutidos nesse chamado “estado alterado de consciência”.

Algumas pessoas a consideram um embuste ou algo que só serve para fazer com que alguém tenha ações específicas: agir como animais ou provar alimentos picantes. Há quem acredite que cura todos os tipos de patologias e há aqueles que a acham tão perigosa que deveria ser completamente abandonada.
Imagens: Shutterstock e arquivo Ciência e Vida
Alguns acreditam que a hipnose cura todos os tipos de patologias e há quem ache que só serve para fazer com que certas pessoas tenham ações específicas, como provar alimentos picantes
O Dr. Milton Erickson estudou profundamente a hipnose e seus fenômenos durante toda sua vida, demonstrando-a como um fenômeno natural da mente humana, bem como sua existência e efeitos no cotidiano. Uma das suas contribuições para a Psicologia foi o conceito de utilização da realidade individual do paciente, a terapia naturalista, as diferentes formas de comunicação indireta, a técnica de confusão e de entremear. Dessa forma, o legado do Dr. Erickson contribuiu para diversas escolas e campos de conhecimento que tratam da relação entre cognição, comportamento e atividade do sistema nervoso em condições normais ou patológicas, como o caso da própria neuropsicologia, que tem caráter multidisciplinar e apoio na Anatomia, Fisiologia, Neurologia, Psicologia, Psiquiatria e Etologia, entre outras ciências. Assim, a questão que fica: seria possível promover a reabilitação neuropsicológica pelo princípio da plasticidade cerebral através das ferramentas de hipnose?



A prática moderna da hipnose se estende atualmente por diversas áreas, como a Medicina, a Odontologia e a Psicologia



A melhor resposta pode ser descrita pelo próprio Milton Erickson, ele mesmo acometido pela poliomielite e suas consequências que o acompanharam durante a vida. Dr. Erickson, em muitos de seus artigos, livros e seminários didáticos, relatava que usava o próprio transe hipnótico como uma forma de manter um estado adequado, sem dor e, consequentemente, viver melhor. Dessa forma, percebemos a auto-hipnose como uma ferramenta importante nessa intervenção cerebral.

Imagens: Shutterstock e arquivo Ciência e Vida
Nos programas de reabilitação com hipnose, é comum a utilização de diferentes técnicas com cada tipo de paciente, como atendimento individual e em grupo, e até orientação e replanejamento vocacional
Pesquisas recentes
As pesquisas atuais estão avançando no sentido de aprofundar os conhecimentos sobre os mecanismos de recuperação funcional, bem como sobre os fatores relacionados às variações interindividuais. Novas abordagens quanto aos dados empíricos permitem delinear uma nova visão do sistema nervoso como um órgão dinâmico, constituindo uma unidade funcional com o corpo e o ambiente.

Atualmente, quando se fala em reabilitação neuropsicológica, devemos pensar que existem técnicas de reabilitação que podem atuar em níveis diferentes, como o treino cognitivo que trabalha a restauração da função, as estratégias compensatórias (internas ou externas), que atuam no nível da atividade, e participação social, com o intuito de tornar o indivíduo mais participativo. Além disso, é comum nos programas de reabilitação a utilização de diferentes técnicas com cada tipo de paciente, como atendimento individual e em grupo, psicoterapia para ampliação da percepção e aceitação dos déficits, orientação e replanejamento vocacional. O profissional em reabilitação tem de buscar algo que vá ao encontro das necessidades de cada paciente e o contexto biopsicossocial no qual está inserido.

Partindo do pressuposto de que existem diversas técnicas de reabilitação, o interessante é realizar uma discussão sobre o uso da hipnose enquanto ferramenta em reabilitação neuropsicológica, especificamente atuando em neuroplasticidade.

http://psiquecienciaevida.uol.com.br/

sábado, 9 de janeiro de 2016

OUÇA SUA VOZ INTERIOR

Ela é inteligência divina que mora dentro de cada um.
Quando despertada, muda completamente a maneira de encarar a vida.
Veja o que é e saiba como manter acesa sua intuição.
Um aperto no peito, um frio no estômago, um lampejo que corre no corpo e, sem lógica aparente, traz a certeza do melhor caminho a seguir, a melhor escolha a ser feita.
À essa sensação, que a maioria das pessoas não consegue explicar racionalmente, especialistas de várias áreas dão o nome de intuição, insight, sexto sentido.
É, na realidade, um instinto humano primitivo, que bombardeia todo mundo a todo instante sem distinção de cor, raça, sexo ou idade.
Ele nasce com a pessoa, mas por uma questão de educação e valores sociais, vai se afastando da sua natureza e passa, na maioria das vezes, totalmente despercebido.
Nada mais natural. Por séculos, o ser humano foi educado a pensar de modo racional, a descartar qualquer mecanismo ou explicação não lógica para os fatos. “Os critérios que regia a vida no início da sociedade industrial não permitiam que a intuição fosse considerada útil”, afirma o psicólogo argentino Edgardo Musso, fundador do Centro de Desenvolvimento da Intuição e Criatividade, no Rio de Janeiro..
Isso sem falar que quem manifestava qualquer tipo de faculdade, além das capacidades lógicas e intelectuais, era logo taxado de bruxo, feiticeiro. Como resultado, muita gente na Idade Média ganhou como destino a fogueira da Inquisição.

A Voz do Coração Um estalo, que acontece para cada pessoa de uma maneira particular.
De acordo com Eduardo Carmello, as informações, inclusive as intuições, são recebidas pelos seres humanos por meio dos cinco sentidos.
Dependendo do sentido mais aflorado em cada um, a pessoa pode sentir um frio no estômago, ouvir uma voz, ver uma imagem. Para a terapeuta Izabel Telles, a intuição é a voz do coração, uma bússola interna, que vem direta, cristalina, enche o peito e antecede a razão. “É a sua porção divina. Foram as religiões que tiraram Deus de dentro do homem e o colocaram fora”, diz.
Eduardo vai além e compara o sistema intuitivo à internet. Quando você quiser, por meio dessa inteligência, acessar alguma informação, faça uma pergunta extremamente clara, objetiva, sem dualidade, que a resposta virá. “É como um programa de busca”, analisa.
Como alguns especialistas acredita que a intuição está localizada entre um pensamento e outro, quanto mais alguém conseguir organizar seus pensamentos, mais fácil será o afloramento das intuições. Há, no entanto, um alerta: quem vive muito no passado ou no futuro também pode afastar as percepções intuitivas.
“O canal fica congestionado”, afirma Jayr. Seu próprio Guia Mas, perguntaria você, o que pode ajudar a fazer a intuição fluir? Segundo Marcia Tabone, técnicas que afastam a mente da atividade racional, como yoga e meditação, e calem o constante burburinho interior. “Porém é preciso ter confiança na entrega e na possibilidade de que tudo está dentro de você”, analisa. Outra dica da psicóloga é se abrir para uma sabedoria maior e em contato com sua essência.
“Desse modo, em vez de depender de outras pessoas para saber o que fazer, é possível reconhecer em si o próprio guia”, afirma. Izabel Telles discorda. Como antes de se tornar terapeuta, foi publicitária e jornalista e viveu durante anos na agitação das maiores agências de publicidade e redações do País, ela diz que as melhores ideias e insights surgiam lá, com o caldeirão fervendo. “Não dá para ficar esperando. Hoje em dia, é preciso intuir no meio da guerra”, diz ela. O importante é afastar-se dos preconceitos e dos julgamentos. E, mais do que qualquer outra coisa, confiar no que se sente.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O BOM DE SER MÍSTICO






É ver o amor presente em tudo, a gente sempre acredita que o dia seguinte será sempre mais florido que o de hoje
. Quando se faz noite dentro da gente, é emocionante ver as estrelinhas que vão surgindo dentro de nós mesmos.
O bom de ser místico é ter consciência de que cada gotinha de vida contribui para o crescimento do nosso grande lago interior Aliás ...ser místico faz a gente ver tudo de forma encantada e diferente.
Os Anjos passeiam dentre de nós... Até mesmo uma simples flor aos olhos de um místico tem a clara expressão de Deus em cada detalhe. Muitos nos acham loucos,,, mas eles não sabem o quanto é bom acreditar em fadas
. O bom de ser místico é fechar os olhos e perceber nossos amigos bem pertinho... Ser sensitívo é ser lunático? Pois então serei eternamente... Porque o bom de ser místico é que a gente não se importa com o que os outros pensam. O bom de ser místico é que a gente nem precisa ser "Um Grande Místico"... "O Divino " nos reconhece em nossos pequenos pequenos detalhes. O bom de ser místico é acordar num dia qualquer e ter vontade de reverenciar tudo que existe... Inclusive alguém especial assim... como você! Ninon de Elfen